Dia de clássico no Song Sweet Song!
Senhoras e senhores: Weezer!
Já fiz um razoável post falando sobre esses rapazes para vocês, embora eles dispensem apresentações. Aliás, tenho uma teoria, mais do que conhecer, creio que algum dia da vida todo mundo merece se tornar viciado em Weezer. Nem que isso passe em quatro, cinco meses. Por um breve período, todos precisam cantar alto todas as músicas junto com Rivers Cuomo.
Certo, não precisa cantar necessariamente todas, afinal, nos últimos anos o Weezer tem lançado um álbum por ano praticamente, e infelizmente, com qualidade bem contestada pelos críticos (vou pular fora dessa discussão porque confesso não ter acompanhado a banda nessas últimas façanhas). Mas os clássicos... ah, os clássicos. Esses merecem atenção.
Por isso que falaremos hoje da possível mais querida música deles: BUDDY HOLLY!
Do começo ao fim, essa música tem algo cativante. Eu, mesmo improvisando elogios e explicações aqui há uns 70 posts, não saberia dizer o que exatamente consegue nos pegar nela. Mas posso dizer que a guitarra dela é meu elemento favorito! Parece que cada nota dela se encaixa, seja o riff, ou a cadenciada depois de cada verso, ou o solo... Tem algo de empolgante, algo que nos anima, e consegue pegar exatamente o espírito da letra, que se encaixa entre uma revolta e uma declaração de amor! Vou explicar.

É dito "Eu pareço o Buddy Holly / e você é a Mary Tyler Moore / eu não me importo com o que eles dizem sobre a gente". Bem... Eu pesquisei bastante, e até agora não encontrei nada sólido sobre essas referências. Como se sabe, Buddy Holly foi um cantor importante dos anos 50, tal como Mary Tyler Moore foi uma famosa atriz da época. Talvez seja uma comparação para mostrar que eles eram bem diferentes entre si. Mas eu gostei mesmo da teoria que diz que Rivers só escolheu o Buddy Holly porque ele aparentava ser extremamente nerd, como ele! :D