Alô pessoal, como estão? Espero que bem.
Há alguns posts atrás falei sobre a fantástica banda Sigur Rós, e falei com um pé atrás, supondo que poucos entenderiam a proposta dos músicos islandeses, e que dessa forma seria um post pouco aprovado por vocês, leitores bacanas do meu humilde blog.
No entanto, fui surpreendido; uma pancada de comentários amigáveis e interessantes surgiram, que além de me deixar contente, acabou por me trazer a ideia de comentar alguns comentários.
ANH? Comentar os comentários?
Isso mesmo. Não todos, é claro. Mas aqueles que sem dúvida enriqueceram a ideia de divulgação do post. Então vamos lá.
O Matheus Rego, que tem um interessantíssimo blog sobre filmes (http://boitedufilm.blogspot.com/), fez o favor de me lembrar através de um post dele que Sigur Rós possui um filme [um documentário na verdade] chamado Heima, relatando sobre a tour dos Islandeses em 2006. Claro que o filme é super artístico e tem a trilha inteira produzida pelo Sigur Rós, e para quem gostar da banda, não tenha dúvida que você deva correr atrás desse filme (estou correndo até hoje, kkk).
A senhorita Rúvila, uma moça muito bonita (ainda vou casar com ela, podem ter certeza), dona do blog http://minidesastres.blogspot.com/, lembrou-me que um dia aleatório eu disse para ela que Jonsi, vocalista do Sigur Rós, utiliza sua voz como um instrumento musical, já que de certa forma, está mais preocupado com a sonoridade que seus agudos podem criar, e com a harmonia que sua voz terá com o resto da canção, do que com a letra em si, que deixa como livre interpretação para seus ouvintes. Bem lembrado, mocinha! :)
O nosso amigo que atende pelo pseudônimo de Pobre Esponja (do http://pobresponja.blogspot.com/) não gostou da definição de "estranho" que dei ao Sigur Rós, acrescentando comicamente que estranho são as músicas da Ivete Sangalo, e essas coisas que ouvimos por aqui. Tudo bem, se assim preferirem, vamos chamar Jonsi e seus colegas de excêntricos, porque você irá concordar que eles não são nada convencionais, sim?
Por fim, quero deixar duas frases citadas nos comentários que achei excelentes e complementares ao post.
Da moça-poetisa Niemi (http://universo-in-verso.blogspot.com/): "A arte está na beleza daquilo que não está tão evidente..."
Do sempre sensacional em seus comentários, Italo Richard (www.todososouvidos.blogspot.com): "Gosto de tudo que busca originalidade, sem soar pretensioso e forçado. Sigur Rós me transmitiu essa sensação,e o fato do vocalista ter criado sua própria língua faz com que se crie um mundo a parte (que não é possível a todos), o que é, para mim, totalmente original. Até porque algumas coisas são feitas não para serem entendidas, mas para sentir! E eu senti boas vibrações ao som do Sigur Rós."
Depois de todo esse papo sobre Sigur Rós, deixo minha música preferida deles com vocês. São dez minutos de músicas, mas da última vez que coloquei um vídeo grande assim, ninguém reclamou, até chegaram a apoiar! E sei que quem quiser conferir mais da banda ouvirá pelo menos um trecho de SVEFN-G-ENGLAR, melancólica, bonita, excêntrica (rs), sensacional. Beijos. =*
