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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Lifehouse - Sick Cycle Carousel


Porque chega uma hora que você cansa de correr atrás de uma pessoa que você gosta, não é?

Uma vez mais, Lifehouse no blog. Se você gosta, excelente, espero que esteja gostando dos textos sobre a banda. Se você não gosta, já deve ter se enchido de tanto Lifehouse. E abandonado o blog, talvez.
Mas indo ao que importa, na primeira vez que falei de Lifehouse eu disse que eles faziam a trilha sonora da minha vida. Mais recentemente, isso parou, comecei a namorar há um ano e cinco meses (uma gatinha linda) e o Lifehouse continuou na fase "não me chute, eu amo você". Por isso esse post é um ode ao passado, e pode de repente ajudar pessoas como essa canção me ajudou em certa época da vida.
Porque a gente tem a necessidade de se agarrar a pensamentos alheios para ver se outras pessoas já viveram sua situação, e assim provar que alguém te compreende nesse mundinho. Há muita gente que busca frases famosas de escritores, outras que encontram apoio em filmes, e alguns como eu acham o que precisam na música. Eu estava em uma época que, como dito no início do post, não aguentava mais correr atrás de alguém que me ignorava, não me valorizava em nada. Então veio Lifehouse.

"Tentei seguir seus passos, tentei ir atrás de você, tentei ver quão perto do chão eu poderia me aproximar". Em verdade, todos que já se apaixonaram e não foram correspondidos sabem qual é essa sensação que o Lifehouse descreve. É um tanto triste, e depois de muito tempo quando isso já passou a gente chega até a se envergonhar por ter vivido essa situação. Mas não precisa ter vergonha. Essa experiência é um mal necessário, vamos assim dizer. Todos que superam isso se sentem mais fortes, mais maduros, mais experientes, dificilmente deixam de aprender com os erros, e cada vez mais ficam prontos para uma relação com o amor da vida, enfim.
O problema é saber sair dessa situação ruim, que o Lifehouse chama de SICK CYCLE CAROUSEL, algo como "Ciclo Vicioso Doentio", o título da música de hoje. A melodia é tipicamente da banda, dedilhado de violão, uma guitarra marcante (como falada nesse post), e a voz rouca de Jason Wade cantando com muita emoção. E essa canção me ajudou principalmente com uma frase do refrão: "E quando isso irá chegar ao fim? Continua girando, e sei que não vai parar até que eu desça daqui para meu próprio bem". Foi quando eu percebi que esse era o limite, e que já estava me fazendo mal há um bom tempo. Percebi que nunca seria feliz com a pessoa, mesmo que as coisas começassem a dar certo, afinal, tudo foi construído em cima de muitos erros. Para terminar o combo, juntei Sick Cycle Carousel com Not Meant to Be do TOAD e concluí: Isso nunca vai dar certo.

Claro que, falando de Lifehouse, sempre há a interpretação gospel. Dizem que o Ciclo Vicioso é o ciclo de pecados, do qual o vocalista não quer mais participar. Mas como sempre, vai de cada um, o importante é curtir o som! E se alguém se identificar, espero que isso tudo possa ter ajudado de alguma :)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Lifehouse - Broken


Veja só se não é a quarta vez que falo de Lifehouse?! Eu realmente devo gostar dessa banda.

Sendo trilha de Grey's Anatomy, One Tree Hill, Criminal Minds e mais uma pancada de seriados, além de longas metragens no geral, a canção BROKEN do Lifehouse é bem famosinha e cativante. Ela se encontra no penúltimo album da banda (WHO WE ARE), figurando junto com First Time, já comentada aqui no blog. Ao ouvi-lá, a primeira sensação é de um deja-vu, como se essa música tivesse embalado alguma época da sua infância e você a reencontrasse naquele exato momento. Depois, basta prestar um pouco de atenção nela, e novas sensações começam a se despertar. Um leve sentimento que você irá se desmanchar ao som da música. Não deve ser átoa que o nome dela é "quebrado".

ATENÇÃO: ESSA CANÇÃO É EXTREMAMENTE PREJUDICIAL PARA PESSOAS COM O CORAÇÃO PARTIDO.
E falo isso por experiência própria. Hoje, ouvir músicas de pé-na-bunda não me entristecem muito. Mas quando você está vivenciando aquela situação, quando você sabe exatamente o que o cantor está querendo dizer, ahhhhh... aí ela te pega de jeito! É impossível não se abalar e não dar um replay na canção algumas vezes.
O pianinho da música nem traz tanta depressão assim, as batidas do começo da música trazem até um clima esperançoso. Mas a medida que a melodia vai evoluindo, vai se desdobrando, você vai sendo sugado por ela, acaba grudado no ritmo hipnotizante dela, e quando percebe, já foi dominado. Lifehouse é bom nisso!
A guitarra (comentada nesse post aqui) dessa vez é mais omissa, deixa o espaço para que os outros instrumentos pintem a canção. Ousaria a dizer que tem um violino nela, inclusive, mas não tenho certeza absoluta, então sem afirmações. E a letra destroçadora diz sobre um rapaz que se sente quebrado, que só consegue dormir porque seu relógio não funciona mais, alguém que mal consegue respirar, que procura a cura na sua própria dor, com um coração quebrado que continua batendo, que se sente perdido, sozinhol, largado, e....... UOW! Quem não se abala com uma história dessas?

Há ainda algumas outras hipóteses e interpretações. Há quem diga que a banda está falando sobre um transplante de rins (!!!), além da temática religiosa, já que supostamente Lifehouse seria uma banda cristã. Isso porque no refrão é dito "No seu nome eu encontro significado" e em outra parte "Me seguro nas suas palavras", onde se encaixaria o nome de Jesus e a Bíblia, respectivamente. Bem, como sempre, eu vou na probabilidade do coração partido por uma garota. Mas nada contra as outras interpretações, músicas boas no geral tem que ter diversas delas mesmo!
Por hoje é isso! Se gostaram da música, deem uma olhada nos outros três posts (Hanging by a Moment, First Time e Blind) que, com certeza, não irão se decepcionar com as músicas lindas de Lifehouse!
Beijos.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Lifehouse - Blind


Olá queridões.
Com esse post, Lifehouse acaba de entrar pro almejado ranking de bandas que já foram comentadas no meu blog três vezes ou mais!! (ohhhhh) que honra para eles, não?
Bem, já falei que eles servem como meu "life's soundtrack", já despejei elogios nos acústicos deles, e dessa vez eu vim falar sobre como funciona a guitarra de Lifehouse.
Muita gente tem uma visão de que a guitarra tem exclusiva função de criar solos alucinantes ou tornar uma música mais pesada. Ou melhor, que a guitarra é o elemento da banda que torna suas músicas agitadas, na pegada do rock n' roll \m/ Sinto informar que isso não é verdade... a guitarra pode servir como base, pode ser a introdução de uma canção, pode apenas acompanhar o vocal, pode criar riffs que grudam na cabeça, e não necessariamente tornar a música pesada ou agitada. Lifehouse é a prova disso. Se você der um play e ouvir BLIND, vai entender do que eu estou falando!
Você classificaria Blind como uma música pesada? Aposto que não. Pode não ser uma baladinha romântica dos anos 80, ou alguma musiqueta deprê que eu já tenha jogado no blog para vocês, mas também não tem nada alucinante na canção que a torne densa... E se vocês perceberam, tem MUITA guitarra na música. O tempo todo. Começa logo na introdução para nos colocar no pique da canção, em seguida nos serve de base durante os versos antes do refrão, entra com força na ponte e, claro, cresce na chegada do refrão trazendo vida pra melodia e nos encantando como o Lifehouse sabe muito bem fazer. Pra quem é viciado em solos, ainda tem um solinho distorcido muito gostoso de curtir...
A guitarra só descansa por alguns segundos, enquanto Jason Wade canta um dos refrões apenas na base do violão, uma característica herdada do movimento britpop que sempre traz um gostinho a mais na canção... Teta!

Como sempre gostam que eu fale sobre a história, dessa vez Jason conta sobre alguém que ele amou cegamente, mas que por algum motivo partiu e quebrou o coração do coitado. Há uma discussão que questiona se a pessoa que ele amou é uma garota ou seu pai, ou também se a pessoa o abandonou ou se teve que se mudar de país, por exemplo... mas para mim, isso tudo vira personagem secundário perto da belíssima melodia da canção, e claro, perto da guitarra de Blind, o protagonista dessa peça disparadamente.

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ps: ontem eu e minha namorada linda completamos um ano de namoro! felicidades a nós! :)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Lifehouse - First Time [acoustic]


Acústicos.
O tema de hoje são as versões acústicas de músicas... não-acústicas.

Fazer uma versão acústica significa arrancar fora de uma música sua bateria, sua guitarra, seu baixo, seu sintetizador, seu não-sei-o-quê elétrico, substituindo todos esses elementos por um violão bacana, quem sabe uma meia-lua de pandeiro, ou até mesmo uma gaita marota. Ou seja, é fazer uma versão onde tudo o que se usa são instrumentos que não precisam de uma tomada pra funcionar!
Eu prefiro compreender que fazer um acústico é tornar uma música apta para se tocar em um lual na praia, sim? Por outro lado, existem pessoas que dizem que fazer um acústico é pegar uma música chata e transformá-la em boa. Será?
Ao meu ver, uma versão "desplugada" (traduzindo de forma estranha o inglês "Acoustic Unplugged") tem todo o potencial para suavizar uma música, e não deixa de ser verdade que diversas canções ficam bem mais bonitas quando tocadas apenas em um violãozinho. Discordam aqueles que adoram um barulho com guitarra, distorção, etc, argumentando que um acústico pode ser monótono e entediante. Hummmm...

Uma das melhores bandas de todas na produção de acústicos é o LIFEHOUSE. Já falei deles nesse post aqui, e quem acompanhou sabe que Lifehouse tem a mania de trilhar minha vida. Se nunca ouviram, deem um play no vídeo e ouça Lifehouse pela First Time (tu-dum-tssss). A música tema de hoje é a primeira do vídeo, e logo de cara vocês podem notar que eles são bem competentes ao vivo também. Não sei se o segredo está na voz rouca do Jason, ou nos acordes sempre em harmonia de suas composições, ou ainda nas batidas do violão, mas veja que nem há o que inventar, é tudo muito simples em um acústico, e com Lifehouse eles funcionam muito!
First Time fala sobre sentir uma sensação muito boa com alguém pela primeira vez, e bem, por mais sugestivo que isso tudo pareça, eu nada posso garantir sobre o que eles verdadeiramente estão falando, né? :)
A versão original você pode ver nesse link aqui, e explora muito o som da guitarra, além de ser beeeem animada. Pessoalmente, prefiro a versão acústica, que trouxe um tom mais intimista à canção, ou até mesmo uma sensação gostosa de fim de tarde.

Se os acústicos melhoram as canções ou as deixam monótonas eu não sei, afinal, isso varia com o gosto de cada um. Mas posso afirmar que a primeira pessoa que teve a ideia de recriar sua própria música de maneira acústica é um GÊNIO, afinal, reciclar é fácil, mas reciclar com originalidade e qualidade... não é para qualquer um.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Lifehouse - Hanging By A Moment


Life's soundtrack. Todo mundo tem uma banda ou um artista em espécifico no qual você pode dizer sobre suas músicas: "Eu escrevi aquela letra! Eu vivi o que ele viveu! Eu sei exatamente do que ele ta falando!". Talvez a sua banda seja Legião Urbana (conheço umas trinta pessoas cuja banda de identificação - como eu gosto de chamar - é aquela do Renato Russo). A minha banda é LIFEHOUSE.

Chega a ser difícil recomendar Lifehouse pra alguém; se eu tento explicar o que senti ao ouvir as melodias e ao buscar a letra da música, eu posso estar me afundando na minha vida particular, ignorando completamente que você, querídissmo leitor, não tem nada ver com minhas desilusões, erros e acertos... Mas por sorte, Lifehouse sempre facilita meu trabalho, e cria músicas de fácil digestão, que tem a capacidade de cativar as pessoas com seus primeiros acordes. Então, evito falar o que passei em minha vida que fez com que eu me identificasse com determinada letra... a regra é simples quando tratamos dessa banda: eu mando a música, vocês dão um play no vídeo, e então é só ouvir e curtir... Basicamente a ideia do blog seguida à risca! ;D
Você não sabe, mas já deve ter ouvido Lifehouse em algum seriado. Suas músicas mais famosas são You And Me e Everything, que agradam bastante as pessoas mais melosas que não gostam de ouvir barulho, preferem algo romântico, e diga-se de passagem, fofo. O lance do dia vai ficar por conta de HANGING BY A MOMENT, de um álbum perfeito chamado No Name Face, que só não digo que é o melhor porque há outros dois álbuns deles do mesmo nível de grandeza ("Who We Are" e "Lifehouse" - que se você parar pra pensar, tem o mesmo nome rs). Resolvi não colocar as músicas mais populares deles para provar que não é uma banda de poucos hits, há muita coisa bacana vinda desse trio de Los Angeles. Aliás, para quem perguntar, essa música não tem nada a ver com meu momento atual de vida, ok? Se fosse pra escolher alguma deles atualmente, seria "Breathing", na medida para alguém apaixonado :)
Há uma mini-polêmica envolvendo Lifehouse. Alguns dizem que é uma banda cristã, onde suas músicas são direcionadas para Deus. Por exemplo, em Everything, a letra diz "Você é tudo que quero, tudo que preciso, você é tudo". Muitos encaram como uma poesia feita para uma garota, enquanto outros dizem que Jason (vocalista/compositor) escreveu para Deus. Faz sentido. Eu sou daqueles que pensam que Lifehouse é livre para quaisquer interpretações, mesmo que limitadas entre "escrito para Deus" ou "escrito para uma garota", e mesmo que eu sempre tenha visto sob este último ponto de vista.
Independente do que você acredita, o importante mesmo está na música, no som do baixo sempre bem arranjado de Lifehouse, na voz incrível do vocalista, e no caso de Hanging By A Moment, na vida que a guitarra ganha durante a música. Com sorte, você começa a se identificar com as letras e vira um viciado pela banda como eu. Quem sabe, né?