segunda-feira, 11 de outubro de 2010

The Shins - Caring is Creepy


Há muito tempo tenho vontade de escrever sobre essa canção, mas por algum motivo nunca soube o que falar dela. Talvez porque todas boas energias que ela me passa sejam muito particulares, me remetem a momentos que vivi... Nesses casos, costumo falar mais sobre a banda, mas nem sobre o próprio The Shins eu tenho muito a falar. Uma boa banda, faz um folk-rock de muita qualidade, ficou famosa quando New Slang apareceu como trilha do filme Garden State, agrada 90% dos indies que a conhecem, e é só isso.
Fim do post?

Claro que não. Nessas horas eu recorro a uma alternativa bacana, vamos debater sobre a letra da música!
Não com muita sorte, se você analisar a letra de Caring Is Creepy vai encontrar um quebra cabeça de informações e muitas metáforas. Sim, metáforas dominam as poesias, dominam as músicas, dominam o vestibular, dominam sua prova de literatura, e depois do Google, dominam o mundo. Mas entrei em fóruns e consegui tirar algumas conclusões bacanas sobre essa brincadeira do The Shins.
Primeiro que, ao contrário do que o título da música sugere (algo como "Cuidar é assustador"), eles não estão falando sobre como o ato de tomar conta de alguém os deixam apavorados. Em verdade, falam de muita coisa. Por exemplo, falam dos momentos nos quais temos que fingir que está tudo bem enquanto estamos destruídos por dentro, dos momentos nos quais temos que omitir um "eu-revoltado" dentro da gente, dando vida a um "eu-passivo" obrigado a engolir as mais difíceis situações. A canção começa dizendo algo como "Acho que vou pra casa meditar sobre isso antes que desça pela minha garganta". O típico 'vou contar até dez' antes de fazer alguma bobagem impensada. A propósito, esse auto-controle figura a música toda. Um outro fato importante pincelado na canção são aqueles momentos em que estamos praticamente possuídos e quase deixamos de lado nossos princípios:"Nunca traia a maneira que você sempre agiu", diz a letra.
E para não dizer que o título não tem nada a ver com a canção, a verdade é que o enredo parece ter sido montado a partir de um momento que o compositor concluiu que as pessoas tem medo de mostrar seus sentimentos, medo de ficarem vulneráveis com isso, o que são duas verdades: sim, você tem medo de se apaixonar, e SIM, você fica vulnerável quando está nessa situação. Mas quem disse que isso é ruim? Sou a favor da gente se entregar a paixão e vivê-las intensamente, caindo de vez em quando, mas sempre aprendendo com os erros, e...

Confesso que acho essa canção diferente do que o The Shins costuma produzir, tanto que foi a primeira deles que ouvi e até hoje não encontrei nenhuma outra deles que eu goste tanto quanto esta... Mas isso não significa nada, espero que ouçam e curtam The Shins! :)

--
ps: texto enorme, eu sei, acreditam se eu falar que já resumi uma parte dele? :(

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Pinback - Penelope


Hoje eu estava pensando como Pinback consegue ser diferente de tudo o que já ouvi sem precisar de ousadia e experimentalismo. Não é como Sigur Rós, que é diferente de tudo por estar enquadrado em um universo de canções que quebram paradigmas e causam estranheza com suas belas composições. Pinback é meio folk, baseia suas músicas em cima de violões, alterna a voz grave e aguda dos vocalistas (como já dito aqui), e com tamanha simplicidade, criam um som único. Como eles conseguem isso? Refletindo nessa pergunta, resolvi escrever sobre essa dupla californiana de novo, repetindo a dobradinha Lifehouse-Pinback de poucos posts atrás...

PENELOPE, a música título de hoje, está inclusa no amazing BLUE SCREEN LIFE, mesmo álbum que contém Boo. A letra fala sobre a incrível história de um.... PEIXE DOURADO LOL. Sim, é uma letra falando sobre um peixe dourado inquieto que não deseja mais viver em seu mundinho, provavelmente um aquário... Algumas pessoas enxergam uma metáfora de algo "maior", como um ser humano cansado de viver em seu planeta, mas enfim, como eu sempre digo a interpretação vai de cada um. Eu simplesmente acho divertida a ideia de uma banda resolver fazer uma música sobre um peixe de estimação chamado Penelope. Não tem como ser mais espontâneo.
E assim já começamos a responder a questão principal do post. A espontaneidade de Pinback já os diferencia de muitas bandas que encontramos por aí no mundo atual.
Quanto à melodia, um dedilhado lindíssimo de violão introduz e carrega a canção nos ombros, enquanto ela cresce por meio da bateria, e claro, por meio do baixo delicioso, denotando uma outra característica 100% pinback: utilização e valorização do baixo na canção. Vamos convir que o baixo é um instrumento subestimado, tem gente que acha inclusive que o baixo não faz diferença em uma banda. ORA BOLAS. Ouça Pinback e veja o que uma boa exploração desse instrumento pode trazer como resultado :)
A alternância de vozes é linda, não é mesmo?

Confesso que mesmo refletindo sobre tudo isso ainda continuo achando misterioso o dom de Pinback de ser tão simples e tão diferente. Mas vale a conclusão que unindo espontaneidade, duas ótimas vozes, composições simplistas, um violão bem dedilhado e um baixo bem trabalhado, teremos excelentes produções musicais que valem estar em nossas playlists. A propósito, quando eu tiver um peixe dourado ele se chamará Penelope. E tenho dito.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Lifehouse - Blind


Olá queridões.
Com esse post, Lifehouse acaba de entrar pro almejado ranking de bandas que já foram comentadas no meu blog três vezes ou mais!! (ohhhhh) que honra para eles, não?
Bem, já falei que eles servem como meu "life's soundtrack", já despejei elogios nos acústicos deles, e dessa vez eu vim falar sobre como funciona a guitarra de Lifehouse.
Muita gente tem uma visão de que a guitarra tem exclusiva função de criar solos alucinantes ou tornar uma música mais pesada. Ou melhor, que a guitarra é o elemento da banda que torna suas músicas agitadas, na pegada do rock n' roll \m/ Sinto informar que isso não é verdade... a guitarra pode servir como base, pode ser a introdução de uma canção, pode apenas acompanhar o vocal, pode criar riffs que grudam na cabeça, e não necessariamente tornar a música pesada ou agitada. Lifehouse é a prova disso. Se você der um play e ouvir BLIND, vai entender do que eu estou falando!
Você classificaria Blind como uma música pesada? Aposto que não. Pode não ser uma baladinha romântica dos anos 80, ou alguma musiqueta deprê que eu já tenha jogado no blog para vocês, mas também não tem nada alucinante na canção que a torne densa... E se vocês perceberam, tem MUITA guitarra na música. O tempo todo. Começa logo na introdução para nos colocar no pique da canção, em seguida nos serve de base durante os versos antes do refrão, entra com força na ponte e, claro, cresce na chegada do refrão trazendo vida pra melodia e nos encantando como o Lifehouse sabe muito bem fazer. Pra quem é viciado em solos, ainda tem um solinho distorcido muito gostoso de curtir...
A guitarra só descansa por alguns segundos, enquanto Jason Wade canta um dos refrões apenas na base do violão, uma característica herdada do movimento britpop que sempre traz um gostinho a mais na canção... Teta!

Como sempre gostam que eu fale sobre a história, dessa vez Jason conta sobre alguém que ele amou cegamente, mas que por algum motivo partiu e quebrou o coração do coitado. Há uma discussão que questiona se a pessoa que ele amou é uma garota ou seu pai, ou também se a pessoa o abandonou ou se teve que se mudar de país, por exemplo... mas para mim, isso tudo vira personagem secundário perto da belíssima melodia da canção, e claro, perto da guitarra de Blind, o protagonista dessa peça disparadamente.

--
ps: ontem eu e minha namorada linda completamos um ano de namoro! felicidades a nós! :)

domingo, 12 de setembro de 2010

OneRepublic - All Fall Down


We all fall down.
Sim, fazia um tempo que eu não trazia para vocês uma musiquinha deprê para se ouvir em um dia chuvoso. Estavam com saudades, não é mesmo? Sei... hahaha

OneRepublic é uma banda que está entre o indie e o pop. Algo como The Fray, entendem? Tem uma sonoridade que agrada a quem gosta desse mundo alternativo das músicas e por algum motivo já foi parar na lista de bandas populares americanas, e esse motivo no caso do OneRepublic foi uma parceria com o Timbaland (!!) em um remix de uma de suas canções que pouco nos importa hoje. Afinal, eu vim falar de ALL FALL DOWN, a minha preferida deles.
Como eu disse, em cinco segundos você já percebe a fossa que a música te joga. Com uma batida deliciosa de violão somada a uma entrada triunfal de violino, você sabe que os próximos quatro minutos irão te deprimir, mas você não se importa, pois a canção é linda. Quer ver como isso é verdade? Dá um play no vídeo! (como sempre digo, quem não gosta de musiquetas deprês pode não curtir, mas quem gosta do meu blog provavelmente gosta de musiquetas deprês, sim?)
All Fall Down é uma tentativa do OneRepublic de dizer para o mundo que todos nós somos humanos. Em sua letra, descreve algumas situações e sempre termina no refrão com "Saiba que todos nós caímos"... Afinal, é a pura verdade. Você já invejou alguém por ela ser extremamente feliz e você estar sempre no seu mundinho triste do seu quarto? Saiba que ela também já caiu, pois isso é humano, o importante é se reerguer e aproveitar as situações boas para ser feliz! :)
Por fim, a canção também passa uma mensagem de ajuda, pois provavelmente foi escrita para alguém que estava em depressão. O autor diz algo como "quando o seu mundo desabar você irá me encontrar". Pois todos nós precisamos de alguém para nos erguer e precisamos também, em contrapartida, ajudar as pessoas que estão nessas situações, não é mesmo?
Ah sim, minha parte favorita está no refrão, quando se canta "Lost 'till you're found, Swim 'till you drown, Love 'till you hate, Strong 'till you break"... é impressionante como o refrão dessa canção é forte, se você se envolve mesmo na melodia, é impossível não querer gritá-lo junto com OneRepublic.
É nesse clima de melancolia com uma mensagem positiva de companheirismo que eu mando um abraço a todos que lêem o meu blog e um muito obrigado por estarem aqui! :)
Até mais!

--
clique e entre na comunidade do OneRepublic no orkut

domingo, 29 de agosto de 2010

Pinback - Boo



Por mil vezes já falei nesse blog que uma banda desconhecida não é sinônimo de falta de talento, mesmo que ela já tenha longos anos de carreira em suas costas. Disse isso com Athlete, repeti com Thirteen Senses, e irei dizer uma vez mais para apresentar a maravilhosa banda PINBACK!
Diretamente da California, o Pinback é formado por uma dupla de talentosos músicos: Zack Smith e Rob Crow. E o que mais gosto desses duos indies - e isso fica muito evidente em Pinback - é o jogo de contraste que as duas vozes fazem em alguma canção. Não há segunda voz, ambos adquirem a mesma importância no conjunto da música, e isso não significa que eles cantam os mesmos versos juntos. Em algum momento é Zack que canta (voz mais aguda), em outro é Rob (voz mais grave), e assim ambos vão criando obras musicais muito gostosas e relaxantes de serem ouvidas, algo que poderia se relacionar ao movimento folk, embora Pinback não seja apenas violões.

Na música que apresento hoje a vocês, a lindíssima BOO, temos essa alternância de vozes bem clara, além de uma melodia bem calma e suave que combina perfeitamente com a voz da dupla.
Um tempero a mais para tornar a canção bem interessante é saber que, no início e no fim da música, podemos ouvir uma chamada de rádio. Essa chamada é de 1938, quando Orson Wells anunciou ao vivo em uma estação de rádio que marcianos estavam invadindo a Terra, narrando sua famosíssima ficção, “Guerra dos Mundos”! O próprio nome da música se refere a esse episódio, já que a população não encarou como uma ficção e entrou em desespero, portanto seria uma exclamação de susto, Boo.
Já a letra não tem muita relação com marcianos, Orson Wells, Guerra dos Mundos, o que for. Conta a história de um rapaz que está se afogando no mar e que deseja estar junto com a pessoa que ama, mas não consegue chegar a ela. Algumas pessoas encaram como uma metáfora, de alguém que ama outra pessoa mas não consegue ficar junto a ela. Outras pessoas encaram como uma situação literal, como se a pessoa amada estivesse na “praia” e o rapaz não conseguisse nadar até ela, morrendo, provavelmente. Aí vai da interpretação de cada um, né?
O que o rapaz no mar tem a ver com a chamada de rádio? Nada. Como eu disse, só um tempero a mais!

Enfim, espero que essa belíssima canção sirva para introduzir vocês ao excelente projeto musical dessa dupla. Pinback foi uma das primeiras bandas indies que ouvi, quando mal entendia como funcionava esse mundo lindo da música. E desde lá eu jamais deixei de lado suas canções, e posso garantir que eles tem MUITA coisa boa que vale a pena estar em suas playlists do mp3! :)

--
veja os melhores comentário da semana clicando AQUI e AQUI
(sim, os melhores comentários ganham divulgação especial no meu blog :)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Lifehouse - First Time [acoustic]


Acústicos.
O tema de hoje são as versões acústicas de músicas... não-acústicas.

Fazer uma versão acústica significa arrancar fora de uma música sua bateria, sua guitarra, seu baixo, seu sintetizador, seu não-sei-o-quê elétrico, substituindo todos esses elementos por um violão bacana, quem sabe uma meia-lua de pandeiro, ou até mesmo uma gaita marota. Ou seja, é fazer uma versão onde tudo o que se usa são instrumentos que não precisam de uma tomada pra funcionar!
Eu prefiro compreender que fazer um acústico é tornar uma música apta para se tocar em um lual na praia, sim? Por outro lado, existem pessoas que dizem que fazer um acústico é pegar uma música chata e transformá-la em boa. Será?
Ao meu ver, uma versão "desplugada" (traduzindo de forma estranha o inglês "Acoustic Unplugged") tem todo o potencial para suavizar uma música, e não deixa de ser verdade que diversas canções ficam bem mais bonitas quando tocadas apenas em um violãozinho. Discordam aqueles que adoram um barulho com guitarra, distorção, etc, argumentando que um acústico pode ser monótono e entediante. Hummmm...

Uma das melhores bandas de todas na produção de acústicos é o LIFEHOUSE. Já falei deles nesse post aqui, e quem acompanhou sabe que Lifehouse tem a mania de trilhar minha vida. Se nunca ouviram, deem um play no vídeo e ouça Lifehouse pela First Time (tu-dum-tssss). A música tema de hoje é a primeira do vídeo, e logo de cara vocês podem notar que eles são bem competentes ao vivo também. Não sei se o segredo está na voz rouca do Jason, ou nos acordes sempre em harmonia de suas composições, ou ainda nas batidas do violão, mas veja que nem há o que inventar, é tudo muito simples em um acústico, e com Lifehouse eles funcionam muito!
First Time fala sobre sentir uma sensação muito boa com alguém pela primeira vez, e bem, por mais sugestivo que isso tudo pareça, eu nada posso garantir sobre o que eles verdadeiramente estão falando, né? :)
A versão original você pode ver nesse link aqui, e explora muito o som da guitarra, além de ser beeeem animada. Pessoalmente, prefiro a versão acústica, que trouxe um tom mais intimista à canção, ou até mesmo uma sensação gostosa de fim de tarde.

Se os acústicos melhoram as canções ou as deixam monótonas eu não sei, afinal, isso varia com o gosto de cada um. Mas posso afirmar que a primeira pessoa que teve a ideia de recriar sua própria música de maneira acústica é um GÊNIO, afinal, reciclar é fácil, mas reciclar com originalidade e qualidade... não é para qualquer um.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Death Cab for Cutie - Lightness


Olá queridões.
Meus últimos três posts, pelo que vejo, deixaram de lado um pouco a proposta de descrever sobre determinadas músicas para discutir assuntos mais amplos, como o indie-rock, o indie-electronic, projetos paralelos e o fenômeno Coldplay. Com o post de hoje, vou retomar a ideia de debater sobre uma música em específico, até que me apareçam novos temas mais genéricos a serem discutidos.
E a canção do dia ééé... LIGHTNESS, do querídissimo DEATH CAB FOR CUTIE.
Se quiserem saber mais sobre a banda e um pouco sobre uma outra canção dela, é só entrar nesse post aqui. Hoje vamos, de fato, tentar nos concentrar em uma análise de Lightness.
Sobre a letra da canção: simbolismo, metáforas, sugestões, poesia. Lightness tem todos elementos necessários na letra para encantar todas aquelas pessoas que adoram brincar de decifrar o que o "poeta" está tentando dizer, ou para viajar em cima da composição mesmo. Logo, não podemos afirmar nada com certeza sobre o que a mente criativa de Ben Gibbard quis dizer, mas uma sugestão bem aceitável é sobre o bom e velho dilema entre o coração e a razão. Uma história onde um rapaz gosta de uma moça que não o corresponde por causa da razão. Um verso mais simples, traduzido, diz: "Seu coração é um rio, que flui de seu peito para todos os órgãos. Seu cérebro é a barragem, e eu sou o peixe que não consegue chegar ao núcleo". Obviamente, sendo o autor da canção o possível rapaz, no verso seguinte se esforça em tentar convencer a moça que ela deve seguir o coração: "Você não deve pensar sobre o que você está sentindo" ou "Os instintos são enganosos, eles não te dizem o que você realmente deseja". E o enigma da canção fica no refrão, formado por três simples palavras: "Ivory Lines Lead". Alguém que sabe muito de inglês saberia informar o que ele quis dizer com essa expressão? Bem, independente de você saber inglês, o que você acha sobre o debate "Razão X Coração"? Minha opinião é.....

Quanto à melodia, uma beleza INCRÍVEL. Garanto que tem uma das melodias mais bonitas que já postei aqui, aquela que traz no pacote elementos para tentarem fazer você chorar, MESMO. No refrão, o vocalista ainda faz um "who-hooo" viciante e depressivo que, para mim, é a marca da música. Você deu play no vídeo e se encantou, não é?
Aliás, o album em si que contém essa música, o tal do TRANSATLANTICISM, tem um 'quê' de Radiohead, tanto na melodia mais depressiva, quanto nas letras mais viajadinhas. A diferença é que Death Cab procura ir para um lado de discutir mais o amor, ao invés de críticas ao capitalismo, à sociedade, enfim... Talvez Death Cab for Cutie seja um pouco mais... humano.

**
veja o melhor comentário da semana clicando AQUI
(sim, os melhores comentários ganham divulgação especial no meu blog :)
**

ps1: Death Cab? Dedicado à minha namorada, claro! :)
ps2: Minha última tentativa, acho: se você é a pessoa que encontra meu blog todo dia no google pelos dizeres "comentários acerca da música karma police dos radiohead", me dê um alô pelos comentários, vai.