quinta-feira, 15 de julho de 2010

The Postal Service - Sleeping In



No post de hoje, dois assuntos interessantes: projetos paralelos e o tal do indie electronic.
Vamos começar pelo mais abstrato... Todos aqui sabem que a música eletrônica se divide em milhares de ramificações, que eu não saberia explicá-las nem diferenciá-las, mas o importante é ter na cabeça que duas bandas muito diferentes podem ser classificadas como eletrônicas. Não importa se a banda compõe sua canção baseada somente na tecnologia e em instrumentos eletrônicos, ou se em algum momento causa uma simples distorção eletromecânica na melodia da mesma; em ambos casos, as bandas são classificadas como eletrônica, então você já consegue imaginar quantas variações podemos ter. Até hoje, novas ramificações surgem para esse gênero, e a aparição dos anos 00' que interessa ao nosso blog é a mistura da música alternativa com o eletrônico, o indie electronic. E se a ideia atual das bandas indies é dar uma roupagem nova ao rock, ao pop, ao grunge, [...], por que não transportar isso para a música eletrônica? O resultado não pode ser outro: corpos que vibram e dançam com os efeitos de sintetizador/ computador, misturados à uma leveza impressionante para o gênero. Vamos pegar uma banda famosa por consagrar a música eletrônica: Depeche Mode. Imaginem toda energia das canções dessa banda sem a parte que as torna densa, pesada, forte... AHÁ! Você acaba de produzir um indie electronic.
Podemos pular para os projetos paralelos? Sim? É importante notar que a maioria dos grandes artistas do mundo da música não se contentam com apenas uma banda principal, apenas um projeto para a vida toda. Não importa se for pelo tédio, pela ambição, pela maluquice, pelo fogo no rabo, o que importa é que bons artistas criam projetos paralelos (novas bandas, carreira solo, um mix com integrantes de outras bandas, enfim...). E o grande artista que falo hoje é o senhor Ben Gibbard, frontman da maravilhosa banda indie Death Cab for Cutie, e que criou em 2003 com Jimmy Tamborello (Dntel) e Jenny Lewis (Rilo Kiley) o "THE POSTAL SERVICE", um dos melhores projetos paralelos que já conheci na vida. O resultado? Clique no play e conheça um Indie Electronic de primeira. :)

ps: a categoria "fogo no rabo" foi inclusa para homenagear Jack White. Enquanto você lê esse post, ele está criando novos projetos paralelos.
ps2: "Sleeping In", a música título de hoje, recebe muitas comparações com Owl City, uma outra banda (de um só homem) de indie electronic que vale muito a pena ouvir. Só para constar.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

The Kooks - She Moves on Her Own Way


O tal do indie rock traz polêmica. Penso que já falei isso aqui antes, mas vale o replay. Que raios é esse tal movimento indie que tanto se expandiu na última década?
Originalmente, designava qualquer banda que produzisse o próprio cd de maneira independente. Mas todo mundo sabe hoje que esse conceito caiu, eu mesmo não saberia dizer quais das bandas que já citei aqui realmente gravaram um álbum sem nenhum tipo de contrato com gravadoras e produtoras. Provavelmente, nenhuma. Mas são indies, sim, de cabo à rabo, indies.
A verdade é que hoje o indie é um gênero musical, um rótulo, diria mais, um estilo. Sim, você pode se vestir de maneira indie, pode agir de maneira indie, pode falar como um indie. Um estilo, não é mesmo? Eu poderia me esforçar para tentar caracterizar para vocês essa maneira de agir como um indie, as roupas que um indie usam, etc., mas como minha área é música (e não moda, rs), ou tentar falar para vocês qual minha visão de algo indie e genérico.
Primeiro, vou deixar claro que tenho consciência que duas bandas consideradas indies podem ter sonoridade opostas. Por exemplo, Sigur Rós e Fleet Foxes. São indies, mas Sigur Rós é experimental e post-rock, já Fleet Foxes se encontra na área Folk. Então, quando digo Indie Genérico é aquele som que é simplesmente indie, sem outros rótulos.
Falo de um violão agitado que tenta colocar todo mundo pra dançar, enquanto o vocal da banda é despretensioso e segue a música na alegria, na melancolia, no ritmo que for. Falo de uma guitarra especial, diferente daquela do rock n' roll com solos animais que deixavam todos enlouquecidos. A guitarra indie acompanha a música, criando todo o plano de fundo da canção com simplicidade e eficiência, tendo seus momentos de destaque e uma humilde omissão para que os outros instrumentos tomem a frente e se destaquem também. Falo de um clima leve, não tão leve quanto o folk, mas algo que longe de te inspirar uma revolta a ponto de você tentar quebrar seu quarto. É algo gostoso de se ouvir, e diferente da opinião de muita gente, canções com profundidade!
Por fim, a tradução de tudo o que eu falei está com SHE MOVES ON HER OWN WAY, a música-título de nosso post. Se ainda não entendeu, dê um play no vídeo e entenda, na prática, o que é o indie rock nos anos atuais.

ps: Segundo o G.analytics, The Kooks é a segunda banda que mais atrai visitantes para o meu blog, perdendo para Radiohead. Bacana isso, mostra que o público deles no Brasil só está crescendo. :)

terça-feira, 22 de junho de 2010

Theory of a Deadman - Not Meant to Be


Foi em 2006, provavelmente, que conheci THEORY OF A DEADMAN. Como grande parte dos brasileiros que conhecem essa banda, estava jogando Fahrenheit - um dos melhores jogos de ps2 - quando fui apresentado a eles, e desde então TOAD se tornou minha banda favorita. Quanto à música do jogo e o dia em que conheci Toad eu falo em outro post, pois hoje eu vim apresentar essa fenomenal banda para vocês através de outra música, possivelmente a melhor deles: NOT MEANT TO BE.

Avaliando o panorama atual do blog, Toad não se encaixa muito bem aqui, afinal, é uma banda de post-grunge, aquele movimento bem intensificado por Nickelback, e quem conhece sabe que post-grunge não é muito relacionado ao cenário indie e alternativo que tanto espalho por aqui... PAUSE II - oh mel dels, o que é post-grunge? basicamente, ele traz as características do grunge (uma guitarra suja, riffs simples e pegajosos, refrões turbinados) mas de uma forma mais comercial. PLAY I> - Mas eu não me importo se ele está um pouco deslocado perto de outras bandas que mostro por aqui, o importante é que as músicas são ótimas, e é isso que vocês querem ouvir, não é mesmo? \m/
Eu poderia ter escolhido uma música super rock n' roll pra vocês conhecerem bem a cara do Toad, ou poderia ter usado Santa Monica - a música do jogo, mas preferi apresentar Not Meant to Be pra não ter riscos de vocês não se apaixonarem por Theory, afinal, eu sinto como se fosse uma missão minha na Terra disseminar o som dos caras pra todos. Já fiz isso como radialista na minha escola, e faço agora aqui no blog!
É uma canção com uma letra bem deprê (olha só! no padrão do blog), mas ela é linda, linda, linda, [...]. Reparem a força da guitarra no começo, reparem na voz de Tyler, reparem como o violão de base segura a melodia, e reparem como o tempo da música passa voando. O enredo é de um rapaz que percebe que o relacionamento amoroso dele não está dando certo ("é como um passo para a frente e dois para trás"), chegando à conclusão que eles não deveriam ficar juntos. Mas o melhor da história é notar que ele que sempre gostou dela ("nunca é suficiente dizer que te amo, nunca é suficiente dizer que eu tento" ou "não importa o que eu faça você está sempre confusa e eu não posso mudar sua cabeça"), e é uma situação por qual todos nós passamos, a de gostar de alguém, não ser correspondido, até notar que chegou a hora de 'cair fora'.

Ouviram a música? Linda, não?
Not Meant to Be está inclusa no último album lançado pelo Toad, o Scars and Souvenirs, por acaso o meu preferido, embora seja impossível desqualificar os outros dois álbuns lançados anteriormentes, tão fantásticos quanto este. Atualmente, Theory of a Deadman divide seu espaço de banda favorita com Muse e Radiohead, que entre os três, é o mais desconhecido. Na minha escola eu joguei Toad pra todos ouvirem e foram muito bem aprovados... e por aqui, funcionou?

ps: post dedicado ao Renanzito que, um dia antes de eu começar o blog, disse: "se um dia escrever sobre Theory, dedica o post pra mim" hahaha

sábado, 12 de junho de 2010

Athlete - Trading Air


Alguém aí acompanha o blog desde seu primeiro suspiro? Pouco provável que sim, mas caso essa pessoa louca exista (e não seja minha namorada), deve se lembrar que o blog nasceu sob o som de uma banda britânica desconhecida e super carismática em suas músicas, o ATHLETE. Se você não acompanha, tem a opção de correr nesse post aqui e ter uma apresentação completa à banda que inaugurou o blog, com a melhor música deles. Agora, se você está com preguiça de ir até lá, it's alright (!), através desse post aqui estou te dando mais uma grande chance de conhecer e se apaixonar por Athlete com a canção TRADING AIR.
Da primeira vez falei sobre Wires, uma musiqueta deprê e linda ao cubo que tinha uma história super emocionante onde Joel Pott (o vocalista da banda) narrava o primeiro dia de vida de seu filho, nascido prematuro. Dessa vez, falo de uma canção tão bonita quanto a primeira, mas que investe na simplicidade e leveza para conquistar o público. Sim, bem diferente de Wires, Trading Air conta com um leve enredo de amor, e nada de complexidades no refrão: "Tudo o que eu quero é você".
Mas vamos parar de comparativos e focar nessa canção em si. O teclado é o ponto forte do Athlete e nessa música é evidente o porquê! A composição é muito gostosinha de se ouvir, tão suave quanto à letra da música, e eu só não digo que entra para o rank das músicas "é impossível que alguém não goste", pois sei que muita gente curte algo mais agitado.
Algo importante a se dizer: não confundam "simples" com "superficial", clicando aqui você tem acesso à tradução da música (com uma leve propaganda do Terra - que não me patrocina) e pode notar que ela é trabalhada sobre pensamentos que já podem ter passado pela cabeça de muita gente, principalmente dentro de meus amigos poetas que acompanham o blog (Pedrão, Niemi...), aposto que há uma identificação em trechos como "Eu sei que nós precisamos conversar, mas eu não consigo capturar meus pensamentos, estão presos e assustados com o que você pensa".
Enfim, esse é o Athlete, uma banda que eu admiro muito mesmo, e que sabe compor músicas lindas com a facilidade que um pintor experiente cria um novo quadro. São raros aqueles que conseguem criar com simplicidade climas diferentes em canções, e Athlete é mestre nisso, além de ser parada obrigatória para quem curte tecladinho, pianinho, romancezinho, poeminhas, [...]

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ps: um bom dia dos namorados pra galera que acompanha o blog, tanto pra quem vai curtir com alguém, quanto pra quem vai curtir sozinho ;]
ps2: deem sugestões de como vcs preferem meus posts, com mais seriedade, com mais informações, com mais piadinhas, se tá bom assim, enfim, eu agradeço! =]
ps3: ferramente de seguir logo ao lado já está funcionando normalmente, por algum motivo, eu tinha problemas com elas. tudo normalizado, quem quiser, é só apertar o botão! obrigado, galera!! :D

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Incubus - Dig


As "Granadas Luminosas" é o título de um álbum sensacional mesmo. Tanto na arte linda do encarte quanto nas composições caprichadas da banda INCUBUS. Conversando com fãs da banda, o pessoal parece mais conservador e prefere os cds antigos da banda (Light Grenades é o mais recente, 2006). Eu discordo, o último cd tem canções lentas e bonitas, uma guitarra marcante nos arpejos, alguma músicas fortes e pesadas como sempre, e segura a melhor característica da banda: as letras inspiradas.
Da última vez, quando falei de como o amor dói, foi um aperitivo da gama de boas letras do Incubus, mas algumas pessoas ainda podem considerar um clichezim uma música falando de amor. Então vamos brincar com uma letra diferente, que fala sobre mudanças, egos, pessoas convencidas, garotas maníacas com uma pá na cabeça de um moçoilo...

Dig é uma música profunda, e se você sabe inglês - e sabe o que significa o verbo "to dig" - você me acha um animalzinho por essa piada infame. Se você duvida da originalidade das letras de Incubus, veja essa:
[SAP]"Então quando a fraqueza aumentar meu ego, eu sei que você vai contar com meu "eu" do passado. Se eu me transformar em outro, me desenterre de debaixo daquilo que estiver cobrindo a melhor parte de mim."[/SAP]
Não sei quanto a você, mas eu acho genial uma canção que fala, de uma forma até narrativa, sobre alguém que muda de personalidade e busca em outra pessoa uma alternativa de se redimir e voltar a ser o que era antes. Muitas pessoas quando se tornam 'convencidas' (popularmente falando), negam suas mudanças, e por mais que alguém tente alertar ou ajudar essa pessoa a retomar sua humildade, ela se fecha ao mundo. O "personagem" da canção do Incubus não age assim, e antecipadamente pede para que outra pessoa a traga de volta caso essa fraqueza se manifeste... Confuso demais, ou deu pra entender o raciocínio?
No mais, todos irão concordar que é uma boa letra para uma reflexão básica, afinal, todos nós somos vulneráveis a esse tipo de fraqueza! E você, o que faria para evitar se tornar uma pessoa chata e convencida?

E pra não dizer que não falei da melodia, Incubus conseguiu encaixar esse enredo em uma batida bem suave, um dedilhado de guitarra gostoso, e um refrão que gruda na cabeça. Bem verdade que até parece uma musiqueta de amor para quem ouve ignorando a letra, mas isso não muda a essência da canção. Enfim, pacote completo pra você levar pra casa, uma música que pode tocar em suas playlists por um boooom tempo :)

sábado, 22 de maio de 2010

Death Cab for Cutie - A Lack of Color


Diretamente da máfia de músicas feitas para se relaxar - onde já lhes apresentei canções de Say Hi to Your Mom e Coldplay - largo na mão de vocês DEATH CAB FOR CUTIE e uma de suas obras-primas: A LACK OF COLOR.
Descrever essa canção é tão difícil quanto descrever a banda Death Cab. Os rótulos carimbam: "Indie Rock". Ok. Mas e quanto à sonoridade e o sentimentalismo imposto nas produções da banda? Guitarras e riffs assombrosos ou um violão folk? Um ritmo barulhento de shoegaze ou um tecladinho bacana de piano-rock? As pessoas tem a necessidade de falar em gêneros ou classificações para apresentar uma banda para alguém, e isso pode até funcionar em muitos casos, mas não com Death Cab for Cutie.
Um dia a revista Rolling Stone disse sobre o som deles: "[produzem] canções melancólicas sobre um sentimento simultaneamente inteligente e confuso, totalmente romântico, mas tratando o amor com cautela". E então podemos ter a ideia de que estamos falando de um som complexo e até paradoxal. Afinal, alguém que é romântico deveria estar totalmente entregue ao amor, não agindo com cautela, certo?
Vamos brincar então sobre a música A Lack of Color. Dê um play no vídeo pra acompanhar. Primeiro, notamos que o nome da canção é "Uma Falta de Cor", mas logo ao ouvir o começo da música, é como se diversas cores estivessem pulando na sua cabeça, não algo psicodélico e alucinante, mas cores de uma aquarela, cores pinceladas em uma paisagem bonita aleatória. Agora, se você pegar a melodia separada da letra, é óbvio que você imaginaria algo romântico que você enviaria para sua namorada... não é? Vai lá ver a tradução então, vai! É algo que você se deprime só de ler. "Suplico para você voltar para casa, mas sei que é tarde demais, eu deveria ter te dado um motivo para ficar". Por fim, o que eu julgo mais chamativo da canção, ainda nesse campo de paradoxos, é perceber que é uma música muito forte (que fecha uma atmosfera ao nosso redor), e paralelamente consegue ser totalmente relaxante! Enquanto teoricamente seria uma música que sufoca e incomoda, acaba entrando para nossa máfia do relaxamento, citada no primeiro parágrafo. :D
Então talvez o segredo para falar em Death Cab for Cutie não seja citar gêneros e classes musicais, mas sim descrevê-la através dos sentimentos despertados na gente ao ouvir uma canção deles. Ajude, portanto, a definir Death Cab. Quais sentimentos A Lack of Color despertou em você?

ps: post dedicado à Rúvila, fã nº1 de Death Cab e - não menos importante - minha namorada linda :)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

The Kooks - Sway


Depois de passar por algumas músicas experimentais, músicas atmosféricas e músicas alienígenas, voltamos à nossa programação normal, com um sonzinho indie básico - e bem romântico, diga-se de passagem - pra envolver um pouco mais os apaixonados e a galera mais sensível que acompanha o blog.
E quando eu penso em algo indie-básico, logo brota um The Kooks na minha cabeça. Serei bem sincero ao dizer que não é do feitio deles produzir baladinhas e canções mais calmas no geral. Salvo alguns "GAP" da vida, podemos claramente notar que a pegada deles é algo mais folk e alegre. No entanto, quando eles resolvem mandar uma música romântica você tem que se preparar... eles são monstruosos!
SWAY é o tipo de canção que faz com que você diga "esses caras são ótimos" sem precisar ouvir outras produções da banda. É claro que pra quem ama esse universo musical, é até um pecado julgar uma banda por uma única faixa, seja ela ruim ou excelente (como no caso de Sway). Porém, é um mérito e tanto para o artista ter uma canção que instigue a curiosidade de quem a ouve, com a finalidade que busquem mais material da banda.
E esse é meu objetivo nesse post de hoje. Deixá-los curiosos e sedentos por mais material do The Kooks, pois vale muito a pena!
Preenchendo a cota básica do post, vamos para aquele momento onde eu tento descrever o som pra vocês, ou o que me encanta nele. A letra é simples, mas naquele estilo que gruda; você pode passar um bom tempo da sua vida com o refrão na cabeça "cause I need your sway, because you always pay for it", principalmente com os "and I, and I..." do senhor Luke Pritchard, o vocalista feio da banda. Mas, de longe, o melhor da música está no solo de guitarra. Li em algum lugar, talvez no encarte do album KONK deles, que Hugh disse que estava em um momento de inspiração excepcional no momento que criou aquele solo. E qualquer admirador da boa música há de concordar que ele provavelmente estava vivendo esse momento mesmo, pois ele criou um clima épico com a guitarra. Preciso lembrar que não é um solo pesado, se por acaso alguém relacionou as palavras "excepcional" e "épico" com aqueles bons solos de metais. Não. Pois um solo de guitarra pode ser algo mais calmo e muito bonito também, que te envolve, que te transporta, que arrepia qualquer um.
Ficou curioso para ouvir mais canções do The Kooks? Espero que sim, assim posso dizer que meu objetivo foi cumprido :)