terça-feira, 29 de novembro de 2011

Radiohead - Exit Music (For a Film)


Momento deprê no Song Sweet Song! :'(

Não, relaxem! Nada de mal anda acontecendo, a vida continua bela, e sempre há motivos para sorrir! Então, NÃO, eu não estou postando uma música bem depressiva por causa de algo pessoal. A questão é que eu já tenho quase dez músicas do Radiohead postadas no blog e ainda não falei sobre EXIT MUSIC (FOR A FILM), que para mim é uma das melhores da banda! E apesar de eu ter certeza que não é todo mundo que curte uma melodiazinha down, eu creio que uma hora eu teria que postar essa aqui, e será AGORA!

Engraçado. Muitas pessoas consideram The Smiths uma banda deprê (mesmo sendo aquela típica construção: melodia feliz com letra pra baixo). Certa vez minha namorada escreveu pra mim em uma mixtape de aniversário que "se você considera Smiths deprê é porque você já ouviu How Soon Is Now". O fato é que, pra mim, deveria ser a mesma coisa com Radiohead: se você já ouviu Exit Music, você os considera uma banda fossa! Mas não é assim, poucos conhecem essa música, e mesmo assim tem esse conceito sobre eles! Se você é uma dessas pessoas, quando você der play agora, meu amigo... você vai subir Radiohead em um nível no seu "Suicide Bands Ranking"!
Pois Radiohead é minha banda favorita (sério mesmo? nenhum leitor jamais percebeu isso no blog!). E considero Exit Music a mais fossa deles! Mesmo não sendo um expert, eu tenho parâmetros pra dizer isso, pelo menos, sim?

Certo, à música! Exit Music tem uma base em violão, com alguns sons naturais ao fundo, enquanto Thom Yorke canta os versos iniciais com uma voz em forma de lamento. Por pertencer ao Ok Computer, o violão acaba sendo atravessado por outros instrumentos mais eletrônicos, como distorções e efeitos barulhentos, que aparecem justamente em um momento que a música cresce, com bateria entrando, voz se intensificando, e tudo aquilo que cria na música um clímax, que é de arrepiar.
A letra pode ser vista como um casal pronto para fugir de casa juntos. Frases no início como "Acorde; se arrume; seque suas lágrimas; vamos escapar" nos leva a entender isso, além de dizer "antes que seu pai nos ouça e antes que o inferno exploda". Ou seja, é como se eles tivessem fugindo em uma relação ilegal, que vai contra a vontade do pai dela. Meio Romeu e Julieta. E narra alguns momentos um pouco desesperador, parecendo uma descrição de alguém que vive no frio da rua.
Por fim, é claro, no ápice da canção, algo mais agressivo, e a emblemática frase que encerra a música: "We hope that you choke"* (Esperamos que você fique sufocado), o que combina inteiramente com a música, já que nesse momento você está se sentindo sufocado de fato!

Apesar de o nome sugerir que essa seja uma canção de fim de filme, algo para os créditos, eu creio que combina com qualquer momento no auge dele; Aquela cena dramática, que explode em raiva, que normalmente torna o filme marcante. Pois para o Ok Computer, Exit Music é um desses momentos marcantes.


*a frase "We hope that you choke" está na contracapa do álbum Ok Computer, um pouco oculta, logo ao lado da inscrição "1=2". (!)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Death Cab for Cutie - I Will Follow You Into The Dark


Talvez não fosse o momento mais propício para postar uma música romântica do Death Cab for Cutie. Afinal, semana passada Ben Gibbard - o vocalista da banda - levou um pé na bunda da sua esposa, a não menos famosa Zooey Deschanel (parte feminina da dupla "She & Him", atriz principal da série "New Girl").
Mas toda hora é hora de Death Cab.

Aliás, se você conhece a banda, você conhece essa música. A mais famosa deles. I WILL FOLLOW YOU INTO THE DARK é romântica de fato, mas não do jeito... Bryan Adams, vamos assim dizer. Bom, se você sabe a primeira frase da canção, sabe do que eu estou falando. Algo como "meu amor, um dia você vai morrer, mas eu estarei logo atrás... Eu vou te seguir na escuridão".
Não é o que a gente costuma ouvir em serenatas, sim? haha

De qualquer forma, Ben passa sua mensagem de forma simples e direta: "I'll be there for you"; eu estarei sempre com você! Na vida, ou até mesmo, na morte. E para isso, a melodia também é simples e direta, com um violão acústico no estilo Iron & Wine (um folk-fofo), sem nenhum outro instrumento! Praticamente uma música solo do Ben. Sem tirar o mérito dos outros integrantes da banda, é claro, que provavelmente ajudaram na composição.
Mas talvez, o principal método da música para cativar os ouvintes seja essa forma objetiva que ela é apresentada, o que cria um universo bem interessante para o Death Cab for Cutie, que oscila entre canções super simbolistas, com metáforas e (muitas) palavras difíceis, a canções restritas ao som de um piano, ou no caso, de um violão.

Mas caso queiram entrar em uma discussão um pouco mais profunda, há um momento que Ben cita uma escola católica que ele frequentava na juventude. Ele diz que uma freira lhe contou que "o medo é o coração do amor", o que pode ser uma relação contida entre os católicos e a figura divina, onde estes temem um Deus que pune, para depois amá-lo fervorosamente. Ben diz na letra que depois que ouviu isso nunca mais voltou a essa escola, mas é difícil saber se isso significa que ele abandonou a religiosidade, pois ao mesmo tempo em que a música passa sinais de que sim (já que é dito lá que a alma da pessoa não vai nem pro céu nem pro inferno, e sim para a escuridão), há vários sinais de que Ben é uma pessoa possuidora de fé. O nome do álbum desta música, por exemplo, é um desses. "PLANS", nasceu de uma brincadeira que Ben Gibbard gostou de ouvir e sempre conta em suas entrevistas. "Como fazer Deus rir? Faça PLANOS", ele costuma dizer.
Funny!

domingo, 16 de outubro de 2011

The Kooks - I Want You Back


The Kooks é uma daquelas bandas folk-indie-rock que tem um som bem característico. A propósito, da última vez que falei deles (já faz um tempo), disse exatamente que eles representam um genérico, aquela banda pra você mandar para o amigo que te perguntar "mas o que é indie rock mesmo?".
Sempre com muita qualidade, raras vezes o The Kooks altera sua fórmula e cria uma música com uma atmosfera diferente. Mas I WANT YOU é uma dessas exceções!

Talvez pela temática da música, a banda resolveu dar um clima mais... sufocante à melodia! Algo que traz um pouco de solidão, embora não seja tão deprê assim quanto você está achando pela minha descrição! Dá um play então, e acompanha!
"I Want You" está no primeiro álbum dos Kooks, "Inside In/Inside Out", e fala sobre aquele momento difícil do fim de um relacionamento, onde uma das partes ainda gostaria de voltar ao namoro. É um momento complicado, ruim, que eu nem gosto muito de falar sobre, e como devem imaginar, acaba inspirando os artistas que gostam de falar sobre o amor. Creio que todo mundo já passou por esse momento (dificilmente você vai conhecer alguém que passará a vida com a primeira pessoa que gostou), e que não deixa de ser importante para a nossa vida, no processo de maturação e tudo mais... o problema é botar isso na cabeça na hora que você está enfrentando a situação!
Creio que, depois de passar por algumas experiências, o que eu poderia sugerir para alguém que está nessa é que você tem que encarar tudo como algo natural da vida e que, SIM, TENHA CERTEZA, tudo ficará bem! Um dia você irá perceber que tudo isso aconteceu para o seu bem (aparecerá até a típica frase "não era pra acontecer mesmo... estamos melhores do jeito que estamos hoje!"), e até se achará bobo(a) por ter sofrido tanto (embora seja inevitável). Segure a onda, você é capaz, e quando menos esperar, estará em outra, pronto para viver e se entregar novamente! Não tenha medo, não fique com trauma, deu errado uma vez, mas uma hora vai dar certo e vai valer a pena! ^^

Enquanto isso não acontece, curta The Kooks e sua música muito bem composta. Talvez sejam os acordes utilizados, ou a bateria em suas batidas duras e fortes, não importa, o fato é que eles reproduziram muito bem o clima de quem gostaria de ter alguém de volta. Mas olha, ouça a música sem sofrimentos, ok? Tenho certeza que o The Kooks quer muito mais que as pessoas se divirtam com suas canções do que entre em depressão, ou algo do tipo... hahaha

*ps: o nome da música é apenas “I Want You” mesmo, pelo menos é isso que está escrito na contracapa do cd que eu tenho... mas quando eu a baixei ela estava com esse nome, “I Want You Back”, e vários sites a tratam assim. Por costume, coloquei o "Back" no título ;)

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

The Radio Dept. - Pet Grief


Sintonize-se com essa bateria, e vamos ouvir The Radio Dept.

Percebi que só falei uma vez aqui no blog dessa banda sueca (s2) que tanto adoro, e a única vez que falei foi sobre uma música instrumental. Então dessa vez eu apresento a vocês uma ótima canção, [super-bem] cantada, que provavelmente fará com que você olhe com mais carinho para essa desconhecida banda.

PET GRIEF, ou "dor de estimação" em português, é uma música que mostra, sonoramente, o melhor do Radio Dept.. A bateria, sempre um dos principais instrumentos deles, é o destaque de Pet Grief, carregando o ritmo até o fim em uma homogeneidade nem um pouco entediante, como poderia acontecer. Com aproximados 20 segundos, entra na música o sintetizador, que também contráriando às sugestões, adiciona-se como um elemento de calmaria e simpatia. Aliás, é exatamente isso que diferencia Radio Dept. de outras bandas do estilo Shoegaze: o sintetizador é melódico e calmo, deixando de lado um pouco da barulheira de costume. (Obviamente, eles também tem suas barulhentas, mas minhas favoritas são as do estilo Pet Grief). Por fim, tem o teclado, que entra mais para o final, cadenciando a canção e obrigando àqueles que a provaram a apertar "replay" quando a própria acabar.

Além do mais, a letra é ótima. Só pelo nome "dor de estimação" ela se torna interessante, não?
Fala sobre aquele momento que você vê um amigo, ou alguém que gosta muito, passando por um momento triste. Talvez você se identifique comigo ou até mesmo com o compositor da música; nessas horas, nossa maior vontade é ajudar tais pessoas, certo? Mas há momentos que não há quase nada que você possa fazer, a não ser se prestar a ouvir seu amigo e se mostrar à disposição dele. Pois é exatamente isso que está retratado em Pet Grief. Não átoa, a frase mais repetida da música é: "I'll shut my mouth for you, anything you want me to" ("eu calarei minha boca por você, qualquer coisa que você quiser de mim").

Por músicas como Pet Grief, The Radio Dept. pode ser considerado tanto do movimento Shoegaze quanto de Dream Pop, algo entre My Bloody Valentine e Beach House, o que é uma boa referência para quem conhece essas bandas. Mas para quem não conhece, tanto faz, o importante é ouvir Radio Dept. e tirar suas próprias conclusões, fazendo sua própria avaliação. E eu acredito que será a melhor possível.^^

domingo, 18 de setembro de 2011

Pinback - Loro


Dá um play e... relaxa!

Olá queridões, estamos no meio de setembro, entrando na reta final do ano, época que pra muita gente significa correria, estresse, e preocupações. Pelo menos para mim, estudante pro vestibular, o fim do ano significa a época das grandes provas e um momento que pode definir minha vida. Pra muita gente que trabalha, é o momento mais puxado do ano. E acabamos de passar pelo mês mais cansativo do ano, Agosto! Então, que tal dar uma relaxada com PINBACK?

Se você não conhece a dupla, corre ali do lado nos marcadores que eu já falei duas vezes sobre eles! Se você já conhece, deve saber o quanto são excelentes, e diferente do último post (do Sigur Rós) que eu tinha certeza que dividiria opiniões, esse aqui é implacável; ouviu, gostou! A não ser que você goste de uma barulheira, tipo um metal muito pesado, e tenha algo contra músicas mais "sussas"! Mas se for o caso, eu não faço ideia de como você veio parar nesse blog!

Well... LORO é uma música extremamente gostosa de se ouvir, principalmente pelos "da da da da da" que tem durante a música, que não são exatamente "da da da", mas se você ouvir a canção e encontrar uma onomatopéia melhor, pode mandar pelos comentários que eu tento trocar! haha Ela quase não possui letra, e são até engraçadas as várias interpretações que podemos encontrar, quase como Lucky, do Radiohead.
Basicamente diz sobre dois lados, duas pessoas, duas coisas, uma que se dá mal e outra que se dá bem. A interpretação mais coerente, a meu ver, é a que fala sobre um fim de um relacionamento. O lado que se dá mal diz adeus e nunca mais consegue encontrar alguém, enquanto o outro logo supera e vai conhecer novas pessoas. Além dos "da da da", a dupla repete os números 4 9 5 3 1 por boa parte da música, dando margem à loucura da galera. Dizem que naquele alfabeto numérico (a=1, b=2, etc) teríamos "die CA", algo como "morra California", só porque eles são de San Diego! Já dispensada pela dupla essa história. Há também quem diga que era o número astrológico do ano em que a música foi feita, e que esta fala sobre dois asteróides, um que se encontra com as pessoas e outro que entra em órbita e nunca mais vai conhecer alguém HAHAHA

E quanto a "Loro", o nome da música? Essa ninguém desvendou ainda. Em italiano, Loro significa "eles". Em português e espanhol, significa "papagaio" (rs). Em inglês, significa... nada! Então meu amigo, o jeito é fechar o olho e relaxar desse fim de ano sem se questionar quanto ao 49531, quanto ao papagaio, ou quanto aos asteróides que se separaram!! Apegue-se ao "da da da da" e saia cantando Pinback por aí, sussinha da vida :)

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amanhã é meu aniversário de namoro de 2 anos com minha gatinha linda! ^^
amo você, ♥

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Sigur Rós - Fljótavík


Well, well... pra quem acompanha o blog sabe que já falei duas vezes sobre Sigur Rós, e sabe também o quanto eu acho a banda estranhamente maravilhosa, ou maravilhosamente estranha, acho que não faz diferença. O que eu não disse é que, dentre os cinco álbuns deles, há três que são meus destaques, meus favoritos, e eu já falei de uma música do Takk (Gong) e uma do Agaetis Byrjun (Svefn-g-Englar), então vou completar essa trinca e falar sobre uma música do meu provável cd favorito deles (já que eu ganhei de aniversário), o fascinante "Með suð í eyrum við spilum endalaust" (!).

O nome é bizarro, mas lembrem-se, é Sigur Rós. Pra começar, está escrito na língua que eles inventaram (o hopelandês), e em português significa "com um zumbido em meus ouvidos, nós tocamos eternamente". A tradução pode não ajudar muito a entender o conceito do álbum, mas o importante são as músicas! haha O álbum que tem os peladões na capa correndo de tênis é claramente dividido em duas partes: A primeira repleta de felicidade e músicas para serem ouvidas com papeis picados caindo na sua cabeça. A segunda com a melancolia típica do Sigur Rós. Claro que eu escolhi uma tristonha pra cá, a tal FLJÓTAVÍK.

Fljótavík (nome de uma região da Islandia) é uma das músicas mais triste que já postei aqui, e digo isso mesmo descartando a tradução, digo pelo instrumental e os arranjos sempre primorosamente bem trabalhados da banda, que passam uma ideia de uma cena bem deprê de filme. Quando se trata de Sigur Rós, não costumo olhar muito as letras, seguindo a ideia deles que o importante é a melodia, tanto que fazem letras em uma língua própria e o vocal de Jonsi sempre parece um instrumento agudo a mais na canção.

Algo importante é notar que esse album, lançado em 2008, é o mais recente da banda, e ele tem uma diferença para os outros: é mais acessível! Digamos que dificilmente alguma música dos álbuns anteriores seriam ouvidas na televisão ou como música ambiente de alguma lojinha que não seja na Islandia (terra deles). Isso sempre tornou o público deles bem restrito. Mas essa obra já traz uma leve tendência à uma universalização de suas músicas, ainda que o cd passa longe de ter músicas comerciais, hits de rádio, etc.
Claro que em uma hora dessas surgem fãs antigos que dizem que Sigur Rós está se perdendo, que estão apelando por popularidade, etc, etc. Bem, esses tipo de gente sempre aparece. Se aparecem até no público de Muse, que tem música no Crepúsculo e Guitar Hero, porque não apareceria entre os ouvintes de Sigur Rós, que teoricamente tem um público quase restrito ao cult? Infelizmente, essa síndrome de underground se espalha em certas pessoas. Mas o correto é não se importar e ouvir as boas músicas, que mais acessíveis ou não, continuam lindas e emocionantes, como Fljótavík! ;)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Kings of Convenience - I'd Rather Dance With You


Está aí uma banda que você apresenta para as pessoas e depois fala "de nada, eu sabia que você ia adorar".

Kings of Convenience é um duo noruegues extremamente carismático e competente nas músicas que faz. Por costume, suas músicas são calmas, repletas de dedilhados fofos de violão, e trazem aquela melodia para você relaxar a qualquer momento do seu dia. Além do mais, são a cara do blog.
Por isso qualquer eu poderia fazer um post para entrar na nossa querida (e desconhecida) máfia do relaxamento, que já tem umas quatro músicas aí do lado pra vc ficar mais... sussa. Mas não, nesse #ruvisday resolvi escolher uma das poucas deles que você não só vai levantar da cadeira como vai sair dançando pelo seu quarto, de preferência da mesma maneira que dança o vocalista, o simpaticosíssimo Erlend Øye!

Sim, dessa vez não apenas ouça a música, como assista também o clipe. Veja lá no começo Øye em sua versão mirim sendo expulso de uma aula de balé só porque ele está dançando no seu mundo particular. Ele cresce, a música começa, e você com certeza vai se divertir com cada passo desengonçado do cara! Eu sei, a cada 400 resenhas que fazem sobre o Kings of Convenience, 399 falam sobre o "jeito desengonçado de Erlend Øye". Mas não tem como fugir mesmo. Ele deve ter uns dois metros de altura e dança espetacularmente mal. É hilário (e dizem que ele faz isso nos shows também haha).

Mas deixando de lado o carisma da dupla e as dancinhas de Øye, vamos falar sobre a música. Como já dito, I'D RATHER DANCE WITH YOU não é um exemplo de uma típica música do KoC, mas ainda assim é um exemplo de qualidade e boa música da última década. Cada nota da canção te faz querer dançar, o que obviamente é proposital, já que o próprio título dela diz "eu prefiro dançar do que falar com você", ou seja, não faria sentido colocar essa letra em uma das suas canções com pianinho ou violãozinho sussa. O esquema é esse, vamos dançar pra não conversar.
Além disso, a voz do Erlend é demais, eu queria ter a voz dele, pra ser sincero.

Como eu sei que quase ninguém conhece os caras, posso perguntar sem medo: Gostaram da banda? Ah, eu sabia que vocês iam adorar...

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ps: post dedicado à RÚVILA, aniversariante do dia, amor da minha vida :) dedicado também à Mirellinas, minha querida amiga que já combinou comigo de ir no show do Kings antes mesmo dos caras pensarem no Brasil. Sim, estamos confirmados lá, antes deles! ;)